ATENÇÃO, INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA O CURSO "O PALHAÇO O QUE É?" COM O PALHAÇO CAXAMBÓ (IGOR SANT'ANNA). ESTÁ INTERSSADO? CORRA!!!ÚLTIMAS VAGAS!!!
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Cia.Pé na Terra em Reportagem televisiva
Depois de 3 anos suando no parque para criar cultura de arte de rua, eis que a Cia Pé na Terra foi presenteada pelo universo com esta reportagem televisiva. Aparecem somente Didi Siriguela (Carla de Miranda) e Caxambó (Igor Sant'Anna), mas nesse dia porém foi apresentação do Espetáculo de trio Tcharacutchara, onde estava também Zedispeto (Zé Diego), que não foi enquadrado na telinha.
http://www.itapoanonline.com/portal/tv/bahianoar/video.aspx?id=138346
Confiram abaixo reportagem gravada no domingo de 28 de agosto:
Demos entrevista a partir de 1:48 do vídeo.
Antes, grandes amigos nossos, poetas Tiago e seu filho Iago que fizeram intervenção com Peralta.
http://www.itapoanonline.com/portal/tv/bahianoar/video.aspx?id=138346
sábado, 27 de agosto de 2011
CURSO "O PALHAÇO O QUE É?"
Acesse a proposta do curso no link acima, o primeiro do blog, abaixo da logomarca da Cia. Pé na Terra.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
o Maior Espetáculo da Terra - próximo domingo
Espetáculo concebido em 3 anos de pesquisa na rua com apresentação de números clássicos de palhaço e improvisações. Um espetáculo vivo cheio de surpresas, que mexe profundamente com as energias e toca nos corações!!! Ideal para toda a família curtir juntos, para todas as idades (crianças de 1 a 100 anos).
A dupla Didi Siriguela e Caxambó desenvolve este espetáculo com uma incrível habilidade de interação humana e presença cênica.
Este é o espetáculo que fundou a Cia. Pé na Terra, construído na rua, sem ensaios, com interações vivas, a dupla escolhe quais dentre os diversos números clássicos na hora, sem combinar nada!!! O resultado é um espetáculo realmente surpreendente.terça-feira, 16 de agosto de 2011
REPORTAGEM NA TRIBUNA SOBRE AÇÃO ARTÍSTICA DE CAXAMBÓ
Cidade
Artistas de rua tiram sustento dos ônibus
Publicada: 13/08/2011 06:08| Atualizada: 13/08/2011 06:02
Carlos Vianna Junior
O ônibus como teatro móvel, passageiros como plateia; motoristas como diretores, deslocando a cena ao toque de um freio. O artista se prepara no ponto de ônibus, seu camarim. As portas, como cortinas, se abrem e, inesperadamente, o artista aparece em frente ao público atônito, perdido em seus pensamentos, em seus problemas. “Acorda, meu povo”, diz, em voz alta, o artista.
O ônibus todo, então, entra em outra viagem. Dele, com um pouco de sorte, o artista sai com uns trocados a mais, e os passageiros, com uma emoção que só a arte é capaz de oferecer. O ônibus é mais que um meio de transporte, é também um meio de arte, um meio de vida.
“Me desliguei dos meus problemas por alguns minutos”, relata a promotora de vendas Leila Cristina Cardoso, depois de assistir a apresentação de Zé da Mala. “Acho que eles fazem um trabalho importante, a vida é difícil e encontrar algo que nos distraia e ainda fale coisas boas, ajuda”, acrescenta. Zé da Mala sai do ônibus sob os aplausos dos passageiros e com sete reais a mais, mas não é só isso que ele carrega consigo da experiência.
“Acho que o artista tem a obrigação de acender uma luzinha para o público, e quando a gente sente que isso aconteceu, é uma grande satisfação!”, salienta.
Após seis horas de trabalho, depois de acumular R$ 90 de um dinheiro suado, Zé da Mala pega mais um ônibus. Este, no entanto, o leva para casa, em Vila de Abrantes. No caminho, ele volta a ser Gabriel Bandarra, 23 anos, casado e pai de um filho.
Depois de três anos tirando sustento do que lhe dão os passageiros, Gabriel já não se apresenta com tanta frequência nos ônibus. O reconhecimento adquirido lhe abriu outras portas. “Faço ônibus esporadicamente, agora, e não só pelo dinheiro, é a melhor escola que já tive.
O ônibus me deu tudo que tenho”, reconhece o artista que, recitando textos de grandes autores brasileiros, agora se apresenta mais para empresas e participa de abertura de eventos, o que o levou a dividir palco com artistas como os cantores Margareth Menezes e Chico César.
Se Zé da Mala não será mais facilmente visto nos ônibus de Salvador, há tantos outros que são atrações constantes para os passageiros. É o caso do palhaço Caxambó, personagem dos ônibus desde 2007. “Pretendo usá-lo eternamente como palco”, afirma. Há outros, como o Palhaço Sabiá, que começou há pouco tempo, mas já se mostra envolvido pelo trabalho. “Comecei no início deste ano, mas não penso em parar”, declarou.
Assim é o mundo das artes cênicas nos ônibus: rotativo. Um artista sai, outro entra. Não há números oficiais, mas, segundo os próprios artistas, a estimativa é que existe um pouco mais de uma dezena deles trabalhando em Salvador. Suas linhas de ônibus preferidas circulam entre o Campo Grande e a orla. “O fluxo de desce e sobe nessas linhas é menor”, explica o Palhaço Sabiá, nome artístico de Tiago Enoque, de 29 anos.
Nem tudo são aplausos
Tirando o nariz de bolinha vermelho, a maquiagem e o figurino, o palhaço Caxambó se transforma em Igor Sant’Anna, um pai de família, de 31 anos. Trabalha em ônibus desde 2007, onde chega a ganhar cerca de R$ 100 num bom dia de trabalho, que pode durar até oito horas tentando fazer passageiros rirem. Apesar de ser um entusiasta do seu trabalho, Igor reconhece que há momentos duros na função. “Às vezes, se sente que as pessoas têm um certo preconceito. Algumas têm a ideia equivocada de que o artista de rua é um esmoler.
Eles não percebem que esmoler pede centavos, e um palhaço como eu, pede logo é cinco, dez reais”, brinca.
Essa percepção sobre o artista de ônibus, para Pareta Calderasch, nome artístico de Sérgio André Ribeiro, 29 anos, é gerada por falta de conhecimento. “Muitos acham que somos pessoas que não querem trabalhar, não compreendem que, na verdade, encontramos uma alternativa para sobreviver”, destaca o artista.
As dificuldades não param por aí. “Encontramos também pessoas mal humoradas, até algumas que não estão bem da cabeça e nem sempre eles aceitam nosso trabalho”, ressalta Zé da Mala, que já teve que sair de um ônibus, às pressas, porque um passageiro “invocou” com sua cara. Para Pareta Calderasch, outro problema é a necessidade de automotivação. “São muitas apresentações, e nem sempre você tem o ânimo de ser um personagem, aí tem que tirar forças de algum lugar. É difícil, mas acaba sendo um grande exercício”, salienta.
Missão de relaxar corações
O trabalho de Pareta Calderasch, apesar de sua maquiagem levar alguns passageiros a lhe confundir com um palhaço, não tem a risada como objetivo. Poeta, o que ele tenta é emocionar com a beleza das palavras. “Levando poesia viva para as pessoas, lhes aproximo da literatura, que é tão esquecida no país”, justifica.
Não é só Pareta que acredita está levando algo especial para seu público, ou seja, que além de ser para eles um ganha-pão, seu trabalho tem, sim, uma função social. “Eu acredito que faço os passageiros pensarem um pouco na situação em que vivemos, pois suscito sempre, através da poesia, questões políticas e problemas do nosso cotidiano”, argumenta o palhaço Sabiá.
O palhaço Caxambó também tem claro qual é o benefício que seu trabalho leva para os passageiros. Sua função social está descrita na missão do palhaço, que, segundo ele, é “relaxar corações”. “Imagina, numa segunda-feira: ressaca, voltar ao trabalho, engolir sapo do patrão, e aparece um cara assumindo o papel de perdedor para que essas pessoas possam rir dela”.
Alias, não são só os próprios artistas que veem uma função social em seu trabalho. Para o cobrador Edson Nunes, o benefício que eles levam para os ônibus é tão incontestável que deveria fazer parte de uma política governamental. “A prefeitura, ou o estado, deveria contratá-los para fazer a vida dos passageiros mais alegre” propõe. “A mim mesmo, eles ajudam muito, tiram a monotonia do meu trabalho”, acrescentou.
Outra prova que o trabalho dos artistas preenche uma carência do seu público está no fato de que muitos motoristas os convidam a subir no ônibus. Zé da Mala diz que já teve caso de um motorista ficar chateado com ele por, sem tempo para mais apresentações, ter negado um convite. “Uma vez”, conta Pareta, “ainda de maquiagem, estava tentando voltar para casa, mas foram tantos os pedidos para me apresentar mais uma vez, que, mesmo cansado, voltei ao ônibus”.
Artistas de rua tiram sustento dos ônibus
Publicada: 13/08/2011 06:08| Atualizada: 13/08/2011 06:02
Carlos Vianna Junior
O ônibus como teatro móvel, passageiros como plateia; motoristas como diretores, deslocando a cena ao toque de um freio. O artista se prepara no ponto de ônibus, seu camarim. As portas, como cortinas, se abrem e, inesperadamente, o artista aparece em frente ao público atônito, perdido em seus pensamentos, em seus problemas. “Acorda, meu povo”, diz, em voz alta, o artista.
O ônibus todo, então, entra em outra viagem. Dele, com um pouco de sorte, o artista sai com uns trocados a mais, e os passageiros, com uma emoção que só a arte é capaz de oferecer. O ônibus é mais que um meio de transporte, é também um meio de arte, um meio de vida.
“Me desliguei dos meus problemas por alguns minutos”, relata a promotora de vendas Leila Cristina Cardoso, depois de assistir a apresentação de Zé da Mala. “Acho que eles fazem um trabalho importante, a vida é difícil e encontrar algo que nos distraia e ainda fale coisas boas, ajuda”, acrescenta. Zé da Mala sai do ônibus sob os aplausos dos passageiros e com sete reais a mais, mas não é só isso que ele carrega consigo da experiência.
“Acho que o artista tem a obrigação de acender uma luzinha para o público, e quando a gente sente que isso aconteceu, é uma grande satisfação!”, salienta.
Após seis horas de trabalho, depois de acumular R$ 90 de um dinheiro suado, Zé da Mala pega mais um ônibus. Este, no entanto, o leva para casa, em Vila de Abrantes. No caminho, ele volta a ser Gabriel Bandarra, 23 anos, casado e pai de um filho.
Depois de três anos tirando sustento do que lhe dão os passageiros, Gabriel já não se apresenta com tanta frequência nos ônibus. O reconhecimento adquirido lhe abriu outras portas. “Faço ônibus esporadicamente, agora, e não só pelo dinheiro, é a melhor escola que já tive.
O ônibus me deu tudo que tenho”, reconhece o artista que, recitando textos de grandes autores brasileiros, agora se apresenta mais para empresas e participa de abertura de eventos, o que o levou a dividir palco com artistas como os cantores Margareth Menezes e Chico César.
Se Zé da Mala não será mais facilmente visto nos ônibus de Salvador, há tantos outros que são atrações constantes para os passageiros. É o caso do palhaço Caxambó, personagem dos ônibus desde 2007. “Pretendo usá-lo eternamente como palco”, afirma. Há outros, como o Palhaço Sabiá, que começou há pouco tempo, mas já se mostra envolvido pelo trabalho. “Comecei no início deste ano, mas não penso em parar”, declarou.
Assim é o mundo das artes cênicas nos ônibus: rotativo. Um artista sai, outro entra. Não há números oficiais, mas, segundo os próprios artistas, a estimativa é que existe um pouco mais de uma dezena deles trabalhando em Salvador. Suas linhas de ônibus preferidas circulam entre o Campo Grande e a orla. “O fluxo de desce e sobe nessas linhas é menor”, explica o Palhaço Sabiá, nome artístico de Tiago Enoque, de 29 anos.
Nem tudo são aplausos
Tirando o nariz de bolinha vermelho, a maquiagem e o figurino, o palhaço Caxambó se transforma em Igor Sant’Anna, um pai de família, de 31 anos. Trabalha em ônibus desde 2007, onde chega a ganhar cerca de R$ 100 num bom dia de trabalho, que pode durar até oito horas tentando fazer passageiros rirem. Apesar de ser um entusiasta do seu trabalho, Igor reconhece que há momentos duros na função. “Às vezes, se sente que as pessoas têm um certo preconceito. Algumas têm a ideia equivocada de que o artista de rua é um esmoler.
Eles não percebem que esmoler pede centavos, e um palhaço como eu, pede logo é cinco, dez reais”, brinca.
Essa percepção sobre o artista de ônibus, para Pareta Calderasch, nome artístico de Sérgio André Ribeiro, 29 anos, é gerada por falta de conhecimento. “Muitos acham que somos pessoas que não querem trabalhar, não compreendem que, na verdade, encontramos uma alternativa para sobreviver”, destaca o artista.
As dificuldades não param por aí. “Encontramos também pessoas mal humoradas, até algumas que não estão bem da cabeça e nem sempre eles aceitam nosso trabalho”, ressalta Zé da Mala, que já teve que sair de um ônibus, às pressas, porque um passageiro “invocou” com sua cara. Para Pareta Calderasch, outro problema é a necessidade de automotivação. “São muitas apresentações, e nem sempre você tem o ânimo de ser um personagem, aí tem que tirar forças de algum lugar. É difícil, mas acaba sendo um grande exercício”, salienta.
Missão de relaxar corações
O trabalho de Pareta Calderasch, apesar de sua maquiagem levar alguns passageiros a lhe confundir com um palhaço, não tem a risada como objetivo. Poeta, o que ele tenta é emocionar com a beleza das palavras. “Levando poesia viva para as pessoas, lhes aproximo da literatura, que é tão esquecida no país”, justifica.
Não é só Pareta que acredita está levando algo especial para seu público, ou seja, que além de ser para eles um ganha-pão, seu trabalho tem, sim, uma função social. “Eu acredito que faço os passageiros pensarem um pouco na situação em que vivemos, pois suscito sempre, através da poesia, questões políticas e problemas do nosso cotidiano”, argumenta o palhaço Sabiá.
O palhaço Caxambó também tem claro qual é o benefício que seu trabalho leva para os passageiros. Sua função social está descrita na missão do palhaço, que, segundo ele, é “relaxar corações”. “Imagina, numa segunda-feira: ressaca, voltar ao trabalho, engolir sapo do patrão, e aparece um cara assumindo o papel de perdedor para que essas pessoas possam rir dela”.
Alias, não são só os próprios artistas que veem uma função social em seu trabalho. Para o cobrador Edson Nunes, o benefício que eles levam para os ônibus é tão incontestável que deveria fazer parte de uma política governamental. “A prefeitura, ou o estado, deveria contratá-los para fazer a vida dos passageiros mais alegre” propõe. “A mim mesmo, eles ajudam muito, tiram a monotonia do meu trabalho”, acrescentou.
Outra prova que o trabalho dos artistas preenche uma carência do seu público está no fato de que muitos motoristas os convidam a subir no ônibus. Zé da Mala diz que já teve caso de um motorista ficar chateado com ele por, sem tempo para mais apresentações, ter negado um convite. “Uma vez”, conta Pareta, “ainda de maquiagem, estava tentando voltar para casa, mas foram tantos os pedidos para me apresentar mais uma vez, que, mesmo cansado, voltei ao ônibus”.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
E agora?NOs Vamos InVadir sua Praça....HEHEHE

Encontro de Malabares Arte e CUltur...a. Rio Vermelho.Salvador Bahia.
Quando:
21/05/2011 Das 15:42 às 22:42.
Atrações:
Trupe Malabares Mágicos
O alquimista Rolling (Tota Medrado)
Midinha (Mab Mab Cardoso)
Didi siriguela e Caxambo ( Cia Pé na Terra)
Banda Semente da Paz
Projeto Vênus (Yuri Vieira)
DJ Tumulto ( Paulo Eirado)
Pintura faciais, oficinas de malabares, performances, Palco Aberto e muito alegria.
Semeieando o amor no coração das pessoas. Pois sabemos que essa semente irá frutificar!!!
Realização:
Malabares Mágicos, Arte
Entretenimento e Lazer.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
2ª Conveção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte de Rua!
Cia Pé na Terra estará presente nessa grandiosa convenção. Apresentaremos espetáculo e também estaremos dando oficina. Além de estarmos participando do Cabaré Nordestino, estaremos presentes também no Cortejo que sairá do Picolino até o Centro Cultural do Parque de Pituaçu (Escologia) com uma paradinha para o Palco Aberto, no quiosque em frente à Administração Central do Parque, onde Caxambó estará fazendo as honras de ser apresentador.
Segue divulgação com maiores detalhes:
Oficinas, Espetáculos, Cortejo, Palco Aberto e Olimpíadas Circenses!
Quando: de 13 a 16 de janeiro de 2011
Onde: Circo Picolino, Salvador-BA
Sejam Bem-Vindos!
2ª Convenção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte
de Rua reúne artistas de vários países em Salvador
de Rua reúne artistas de vários países em Salvador
Com uma programação que inclui espetáculos, oficinas, lançamentos de livros, cortejo e lual na praia de Pituaçu, a 2ª Convenção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte de Rua vai reunir artistas baianos, brasileiros e de diversos países, de 13 a 16 de janeiro, sob a lona do Picolino, na Orla de Pituaçu. Serão oferecidas aos participantes 15 oficinas das mais variadas técnicas, realizadas por artistas e grupos do Brasil, Itália, Artentina, Espanha, Chile e Peru.
Convenção de Malabarismo é uma evento desconhecido do grande público, mas que existe há mais de 30 anos nos Estados Unidos e Europa. A 33ª convenção européia será realizada este ano na Finlândia. A convenção argentina já está na 14ª edição e a brasileira na 13ª. “Uma convenção de malabarismo, circo e arte de rua é um espaço de convivência entre artistas para treinar, se apresentar e se divertir", define Dery Lima, da Malabares Mágicos, que além da convenção organiza também os encontros de Malabares, realizado aos sábados na Praça Pau Brasil, no Rio Vermelho.
Para promover a convenção nas redes sociais, os organizadores realizaram uma enquete com o prêmio de uma inscrição gratuita para quem desse a definição mais criativa de Convenção de Malabarismo, no Facebook ou no blog da conveção (www.convencaobaiana.blogspot.com). Venceu o cineasta Araripe Jr.: “Um bando de desequilibrados sustentado a alegria da leveza de ser”. Araripe foi também autor de uma segunda frase, que, segundo os organizadores, seria também vencedora: “Reunião de artistas que provam que tudo que é sólido desmancha no ar”. Araripe, admirador das artes circenses, tem na sua filmografia o premiado curta “Mr. Abracadabra!”, sobre um velho mágico de rua.
“As Convenções são sempre realizadas em local onde os participantes possam acampar e que forneça espaço para a prática das modalidades e para as exibições, proporcionando um amplo, diversificado e divertido intercâmbio artístico e técnico. Os artistas trocam informações entre si, treinam, estudam e divulgam suas linhas de pesquisa”, explica Robson Mol, da Trupeniquim, que também participa da organização. Na primeira edição, a convenção reuniu cerca de 150 participantes no Camping de Stella Maris. Este é o número esperado também para este ano pelos organizadores.
Programação
Programação das OFICINAS
QUINTA | SEXTA | SÁBADO | |
10:00 - 12:00hs | Spinning (Palco Esquerdo) Contato e Passe de Claves (Lateral Esquerda) Lira em Dupla (Picadeiro) Malabares para Criança (Lateral Direita) Manipulação com claves (Palco Central) Corda Bamba (Cirquinho) | Trapézio (Lateral Direita) Lira em Dupla (Pidareiro) Malabares para Criança (Lateral Esquerda) Manipulação com claves (Palco) Iniciação à arte do Palhaço (Escologia) | |
14:00 - 16:00hs | Dança e Criação (Picadeiro) Trapézio (Lateral Direita) Contato com bolas (Palco central) Diabolô (Lateral Esquerda) Iniciação à arte do Palhaço (Escologia) Corda Bamba (Cirquinho) | Dança e Criação (Picadeiro) Rolling (Palco Central) Contato com bolas (Palco Direito) Diabolô (Lateral Esquerda) Malabares com bolas (Lateral Direita) Estado de consciência do Palhaço (Escologia) | Dança e Criação (Picadeiro) Spinning (Lateral Direita) Contato e Passe de Claves (Lateral Esquerda) Rolling (Palco Central) Malabares com bolas (Palco Direito) Estado de consciência do Palhaço (Escologia) |
OFICINEIROS
Oficineiros confirmados
Spinning – Marcello Gaeto (Italia – Circo Pânico)
Contato e Passe de Claves – Luca Tapno (Italia – Circo Pânico)
Corda Bamba – Nicola Rinaldo (Italia – Circo Pânico)
Trapézio – Nacho Noche (Espanha)
Contato com bolas – Bruno Colombari (Argentina)
Manipulação com claves – Javier Pinto (Chile)
Rolling – Pablo Brun (Argentina)
Lira em Dupla Claudia – Biggeri e Maria Brighenti (Argentina)
Diabolô (com um e dois diabolôs) – Kike (Peru)
Massagem Ayurvédica – Mae (São Paulo)
Malabares com Bolas – Lucas Castelo Branco (Bahia)
Malabares para Criança – Tota Medrado (Bahia)
Dança e Criação – Mab Cardoso (Bahia)
Estado de Consciência do Palhaço – Cia. Pé na Terra (Bahia)
Iniciação na Arte do Palhaço – Nariz de Cogumelo (Bahia)
2ª Convenção Baiana de Malabarismo, Circo e Arte de Rua
Realização: Malabares Mágicos
Maiores informações e inscrições
www.convencaobaiana.blogspot. com
convencaobaiana@gmail.com
No Facebook e Orkut: “Convenção Baiana”
www.convencaobaiana.blogspot.
convencaobaiana@gmail.com
No Facebook e Orkut: “Convenção Baiana”
Comissão de Organização:
Dery Lima (71 Oi 8726 7940 ou Claro 8257 4036)
Robson Mol (71 Tim 9147 9079 ou Oi 8703 1725)
Robson Mol (71 Tim 9147 9079 ou Oi 8703 1725)
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